quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Maomé (ár. Muhammad) e Jesus (ár. Issá) (YA) (1) Dois grandes Profetas de Deus (paz esteja com eles

Ao longo da História, as relações entre o Cristianismo e o Islão têm sido frequentemente caracterizadas pelo equívoco, pela rivalidade e por uma acostumada hostilidade. Tais tensões conduziram ao cúmulo dos despropósitos, caracterizado pelas Cruzadas.  No actual Mundo pós o 11 de Setembro, há o perigo do reinício e propagação destes mesmos equívocos, rivalidades e hostilidades, dado o facto de extremistas de ambos os lados estarem convictos de que Cristianismo e Islão opõem-se radicalmente um ao outro. Semelhantes alegações apenas poderão ser superadas por um esforço continuado a favor do diálogo, promotor do entendimento e da reconciliação. Apenas um intercâmbio sincero e honesto poderá dar origem ao entendimento, o qual possibilitará que Cristãos e Muçulmanos, juntamente com os Judeus, coabitem pacificamente no século XXI.   O presente artigo abordará, em concreto, o diálogo Muçulmano-Cristão, realçando que, na visão inspirada pelos nossos grandes e sagrados fundadores, Jesus e Muhammad (paz esteja com eles), podemos descobrir que possuímos muito mais em comum do que a separar-nos. Caso Jesus e Muhammad tivessem vivido na mesma época, e se tivessem conhecido de facto, pelo que sabemos deles, parece-nos que se teriam reconhecido, não como rivais, mas sim como amigos. Foram quatro, os fragmentos temáticos que encontramos nos Evangelhos e no Sagrado Alcorão que nos convencem de que os ensinamentos de ambos foram inspirados pela mesma fé e visão fundamentais para a Humanidade.   Em primeiro lugar, está claro no Novo Testamento e no Alcorão que Jesus e Muhammad (paz esteja com eles)foram os amados de Deus. Na tradição Islâmica são vários os títulos honoríficos pelos quais o Profeta Muhammad (s.a.w.) é conhecido. Por exemplo, é conhecido como Abdullah – “o servo de Deus”, sendo também conhecido pelo nome de Mustafa, “o eleito”; Ahmed, “o que louva”, é um outro título comummente utilizado. O nome pelo qual é mais frequentemente conhecido é o de Rassul – o Mensageiro. Para além destes quatro títulos, é também conhecido por habib ou “o amado por Deus”. Do mesmo modo, também Jesus (a.s.) é referido no Novo Testamento como o amado por Deus. Por exemplo, em Mateus 3:16/17, quando Jesus (a.s.) é baptizado por João Baptista, lemos o seguinte: Baptizado que foi Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E uma voz dos céus dizia: “Este é o meu Filho amado, no qual pus toda a Minha complacência”. Esta mesma cena repete-se nos Evangelhos de Lucas e de Marcos, servindo para reforçar a convicção de que Jesus (a.s.) é, de facto, o amado por Deus. Assim, tanto para Cristãos, como para Muçulmanos, os seus fundadores são reconhecidos como os amados por Deus. O que daqui se pode deduzir é que, para os que amam a Deus, sejam Muçulmanos ou Cristãos, é de grande importância amar a Jesus (a.s.) e amar a Muhammad (s.a.w.). Para Deus, não existe rivalidade entre eles; ambos são por Si amados. Assim sendo, os que afirmam ser seus seguidores, deverão ter o mesmo respeito e amor para com ambos. Historicamente, os Muçulmanos demonstraram um maior respeito para com Jesus do que o revelado pelos Cristãos para com Muhammad. Os Muçulmanos estão muito bem informados a respeito da vida de Jesus, e é com imenso respeito que se fala dele ao longo de todo o Alcorão. O mesmo não se verificou relativamente à atitude tradicional dos Cristãos para com Muhammad ao longo da História. Infelizmente, alguns destes preconceitos continuam presentes em alguns dos ambientes e sectores de hoje. Isto deve-se, em grande parte, à insuficiente e inadequada informação a respeito de Muhammad e da sua vida. Um melhor conhecimento da vida do Profeta Muhammad (s.a.w.) pode ser de grande utilidade para ajudar os Cristãos a compreender porque motivo também ele é conhecido pelo nome de “o amado por Deus” – al habib.   Uma outra similitude entre Jesus e Muhammad é evidente na sua firme e inflexível perspectiva sobre a justiça social. Ambos reconheceram as desigualdades e injustiças existentes nas respectivas sociedades em que se inseriam, e ambos foram fervorosos defensores dos pobres, das viúvas e dos órfãos. Por exemplo, no Alcorão Deus fala por intermédio do Seu mensageiro, Muhammad (s.a.w.), dizendo o seguinte: As esmolas são somente para os pobres e necessitados, para os funcionários empregados na sua administração, para aqueles cujos corações têm de ser reconciliados, para libertar os escravos e os devedores, para a causa de Deus e para os viajantes; isso é um preceito emanado de Deus, e Deus é Sábio e Prudente. Alcorão 9:60 Tendo por base fragmentos como o em cima citado, o conceito de zakat (esmola) passou a ser um dos cinco pilares do Islão, tornando-se, desse modo, um acto de devoção obrigatório a todo o Muçulmano. O sentido de igualdade entre todas as pessoas que deriva deste princípio é um dos fundamentos chave do Islão. O mesmo está também exemplificado nas diversas Sunnah (4) e Ahadices (5) do Profeta Muhammad (s.a.w.); por exemplo, a honra por si concedida a abissínio Bilal, ao convidá-lo pessoalmente para ser o primeiro a entoar as palavras do adzan (6), convocando os Muçulmanos para a oração. Este foi um gesto verdadeiramente revolucionário para o lugar e para a época em que foi praticado. Um outro exemplo da Sunnah (4), tal como foi novamente narrado por Karen Armstrong no seu livro “Muhammad”, é a história de um homem pobre que havia cometido um crime menor e a quem foi dito que desse esmola aos pobres como penitência pelo que fizera. No exacto momento em que o homem disse ao Profeta (s.a.w.) que nada possuía para dar, levaram uma cesta de tâmaras à Mesquita como presente para Muhammad (s.a.w.). Perante a resposta do homem, o Profeta (s.a.w.) deu-lhe a cesta, sugerindo-lhe que distribuísse as tâmaras pelos pobres. O homem respondeu-lhe que não conhecia ninguém mais pobre do que ele, o que causou o riso de Muhammad (s.a.w.), que lhe disse para que ele mesmo comesse as tâmaras, como penitência. Tal como Muhammad (s.a.w.), também Jesus (a.s.) falou frequentemente a favor dos pobres e dos desfavorecidos. O famoso ensino das bem-aventuranças, que fazem parte do Sermão da Montanha, são dissoexemplo. Um outro exemplo encontra-se no Evangelho de Lucas, capítulo IV, onde o Profeta Jesus (a.s.) usa as palavras do Profeta Isaías para referir-se a si mesmo, conforme é possível ler-se no manuscrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa Nova aos pobres, enviou-me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor. Depois, enrolou o manuscrito e começou a falar-lhes: “Hoje, esta Escritura cumpre-se perante vós”. Lucas 4:16/20 Jesus (a.s.) não só pregou esta enérgica mensagem de amor e justiça para com todos os membros mais marginalizados da sociedade, como também a colocou em prática com os seus próprios gestos. Os quatro Evangelhos fazem frequentemente referência à especial compaixão de Jesus (a.s.) para com os doentes, os pobres, os esquecidos e repudiados pela sociedade. Além disso, em Mateus 25:31/46, sugere que os seus discípulos sejam conhecidos e julgados pelos seus actos a alimentar o pobre, vestir o desnudo e visitar o doente e o prisioneiro. De facto, sempre que alguém realiza um destes actos até para com o “mais pequeno” dos seus irmãos, é como se o estivesse a fazer para com o próprio Jesus. Possivelmente, é esta a razão pela qual o Alcorão honra e respeita Jesus (a.s.). O seu sentimento de caridade e justiça, muito mais enraizado na justiça proclamada pelos Hebreus, encontra-se totalmente em harmonia com a visão de justiça instruída e praticada pelo Profeta Muhammad (s.a.w.).   Uma terceira faceta por ambos partilhada é o seu amor para com Deus. Jesus (a.s.) referiu-se a Deus como abba, palavra aramaica que significa “pai”, e Muhammad (s.a.w.) dirigiu-se a Deus como Allah, a palavra árabe para Deus. Para ambos, Deus era o centro das suas vidas, tendo sempre vivido profundamente conscientes do poder e da presença de Deus e de si próprios enquanto amados por Deus. Os Evangelhos fazem frequentemente referência a Jesus (a.s.) como caminhando enquanto reza – no deserto, na montanha ou num jardim (caso do Jardim dos Olivais, onde rezou na noite que precedeu o seu castigo na cruz). O escritor espiritual Anthony Padavano diz-nos o seguinte: Ele reza a todo o momento, em qualquer ocasião, todo o dia, durante a noite, enquanto está na água, perdido nas montanhas, sozinho no templo, abandonado no jardim, na cena com os seus amigos, ao longo de toda a terrível experiência da cruz. (Retirado do seu livro “Dawn without Darkness” – “Amanhecer sem escuridão”). A fortaleza do ministério de Jesus (a.s.) foi a relação que o próprio cultivou com Deus por meio da oração. Jesus (a.s.) foi um homem de Deus porque era um homem de oração. Do mesmo modo, também o Profeta Muhammad (s.a.w.) é reconhecido por todos os seus seguidores como alguém profundamente consciente de Deus e da oração. A própria revelação do Alcorão deu-se quando Muhammad (s.a.w.) estava a orar no Monte Hirah, e os dois grandes momentos de epifania que teve o privilégio de receber, i.e., a Noite da Ascensão (laylat al-mi'raj) (10) e a Noite do Poder (laylat al-qadr)(10), são exemplos da profunda devoção e da profunda intensidade da sua oração. De facto, acerca da Noite do Poder, o Alcorão diz-nos o seguinte: “A Noite do Poder é melhor do que mil meses”. A prática da salat (9) cinco vezes ao dia tem como objectivo consciencializar todos os Muçulmanos de Deus a todas as horas do dia, seguindo, assim, o exemplo do Profeta Muhammad (s.a.w.) na sua profunda devoção a Deus e na sua consciência de Deus, que tudo abrange. Para além das cinco orações diárias, existe uma oração conhecida por du'a, a qual corresponderia mais ao que os Cristãos conhecem por orações suplicatórias. São várias as tradições existentes na Sunnah (4) e nos Ahadice (5) acerca da dedicação de Muhammad (s.a.w.) em orar durante várias e diferentes alturas do dia e os longos períodos de tempo que dedicou à salat (9).Assim como com Jesus (a.s.), o ritmo da vida diária de Muhammad (s.a.w.) baseava-se na oração, na devoção e na consciência de Deus. Que a paz esteja com os dois.    Uma quarta característica partilhada por Jesus (a.s.) e Muhammad (s.a.w.) foi o respeito pela igualdade das mulheres. Viveram ambos numa cultura predominantemente patriarcal, em que as mulheres eram gravemente subjugadas, tinham poucos direitos e eram frequentemente tratadas de forma severa e injusta. Ao saírem em defesa dos direitos das mulheres, Jesus (a.s.) e Muhammad (s.a.w.) opuseram-se às normas predominantes das suas respectivas heranças religiosa e cultural. Verificamos, por exemplo, no modo como Jesus (a.s.) se relacionou com as mulheres, um ensino completamente revolucionário para a época. Ele falava com as mulheres, tratando-as sempre com o respeito e a dignidade que mereciam. É uma mulher, Maria Madalena, que é conhecida como tratando-se de uma das suas seguidoras mais próximas, e foi a ela que Jesus (a.s.) confiou a tarefa de informar os restantes discípulos de que havia ascendido aos Céus. Na compreensão de Jesus (a.s.) acerca do Reino de Deus, homens e mulheres são iguais. Também o Profeta Muhammad (s.a.w.) se opôs veemente às normas predominantes do seu tempo relativamente às mulheres. No capítulo quarto do Alcorão, Deus recorda o seguinte aos crentes: Ó humanidade! Temei o vosso Senhor, que vos criou de um só ser, do qual criou a sua companheira e, de ambos, fez descender inumeráveis homens e mulheres. Temei a Deus, em nome do Qual exigis os vossos direitos mútuos e reverenciai os laços de parentesco. Na verdade, Deus observa-vos. Alcorão 4:1 Para além deste versículo do Alcorão, existe um hadice (8) no qual Muhammad (s.a.w.) diz que as mulheres são a metade gémea do homem. A reunião destes ensinamentos são a prova convicta da essencial igualdade existente entre homens e mulheres, conforme foi revelada a Muhammad (s.a.w.). É este reconhecimento de igualdade que está na base de várias das leis da Shariah (7) que protegem os direitos das mulheres. Existem, por exemplos, leis que protegem o direito feminino à herança, ao divórcio, a votar e a dirigir uma repartição, o direito da mulher a uma pensão alimentícia, mesmo após a separação, e leis estritas que limitam a poligamia.    De facto, uma das principais razões para limitadas condições sob as quais a poligamia podia ser praticada era a protecção de muitas viúvas e órfãos, que viviam sem esposo ou pai na violenta sociedade da Arábia do século VII.  Embora por vezes o Islão seja criticado por ser opressivo para com a mulher, o facto é que os ensinamentos e o exemplo do Profeta Muhammad (s.a.w.) demonstram algo completamente diferente. Muhammad (s.a.w.), tal como Jesus (a.s.), ao defender os direitos da mulher opôs-se às normas culturais de então. Normalmente, foram os seguidores de Muhammad (s.a.w.) e de Jesus (a.s.) que entenderam mal ou deturparam a verdadeira natureza do ponto de vista de um e do outro a respeito da mulher e do seu legítimo papel na sociedade e respectiva religião. Indubitavelmente, existem outras afinidades entre as vidas destes dois grandes Mensageiros de Deus que podem ser referidas e, certamente, existem algumas diferenças; contudo, as quatro semelhanças mencionadas – amados por Deus, defensores dos pobres, devoção pela oração e erguer da voz em nome dos direitos das mulheres – servem para destacar o quanto teriam em comum Muhammad (s.a.w.) e Jesus (a.s.). Embora nascidos com vários séculos a separá-los, nasceram ambos na mesma parte do Mundo. É impossível evitarmos perguntar e especular como teria sido se tivessem vivido na mesma época e se se tivessem conhecido. Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta hipotética; contudo, as provas e os indícios parecem indicar que não se teriam considerado rivais, pelo contrário: teriam revelado imenso respeito um para com o outro. A famosa Noite da Ascensão, em que Muhammad (s.a.w.) foi levado aos Céus (laylat al-miraj) (10) apresenta uma extraordinária analogia com o evangelho que fala a respeito da transfiguração de Jesus (a.s.), em que este se reúne com os profetas Abraão e Elias. Na mística visão de Muhammad (s.a.w.), também ele se reúne com Jesus (a.s.). Que imagem harmoniosa. O que teriam dito um ao outro? Trata-se de uma questão fascinante, sobre a qual há que reflectir. Não é difícil imaginá-los felizes por se verem, abraçando-se como amigos e estabelecendo um diálogo verdadeiro e profundo. Não é, de facto, difícil imaginar Jesus (a.s.) e Muhammad (s.a.w.) amigos, unidos pelo seu amor a Deus e pela sua visão de um mundo caracterizado pela justiça, compaixão e igualdade – um Mundo em que as pessoas vivem em submissão a Deus e sempre d'Ele conscientes. Reconhecem-se como amigos, porque ambos eram amigos de Deus. Partilhavam das mesmas esperanças e expectativas para com os seus seguidores. Que nós, que somos seus seguidores, aprendamos com eles!   Yiossuf Adamgy – Lisboa, Portugal Fevereiro de 2010   _________________ NOTAS:   (1). Muhammad é a correcta pronunciação do nome do Profeta em arábico. Maomé é uma palavra aportuguesada do francês Maomet, a nosso ver incorrectamente e sem necessidade.Citando o arabista Prof. Pedro Machado, «em português, além da forma "Muhâmade", que, até na pronúncia, corresponde ao árabe Muhammad (esta proferida por todos os Muçulmanos de hoje), existe uma outra, também usual, mas não para fins religiosos – "Mafoma" —, que se lê nos mais antigos textos da língua portuguesa, e certamente corresponde ao que diziam na idade Média os crentes do Islão no Andaluz, antes e depois do rei D. Afonso Henriques, que reconheceu o seu culto e privilégios em foral. Esta última forma tem origem na vocalização que se espalhara em alguns países árabes, com a lição Mahommad, que os clássicos do idioma arábico procuravam corrigir, mas que explica certas formas hoje desusadas como "Mafomede" e "Mafamede", e o turco Mahomet, que passou a francês (italiano: Maometto), e que se aportuguesou, entre nós, por "Maomé", sem necessidade, como se viu». Por isso, nós (Muçulmanos) utilizamos a palavra Muhammad que é o nome próprio do último Profeta de Deus, e, aconselhamos que assim seja escrita na Imprensa Portuguesa.   (2) “(s.a.w.)” – abreviatura de “Sallallahu alaihi wa sallam” = “Que Deus derrame paz e bênçãos sobre ele”, cuja abreviatura, em português, será (p.e.c.e).. É uma expressão arábica utilizada de cada vez que o nome do Profeta Muhammad (s.a.w.) é mencionado.   (3) “(a.s.)” –  abreviatura de “Alaihis Salam” = “que a paz esteja com ele”, expressão arábica utilizada de cada vez que o nome de algum Profeta de Deus é mencionado.   (4) Sunnah [sunna] = Exemplo do Profeta Maomé, seu modo de fazer as coisas. Tradição, costume, hábito. (5) Ahadice (Ahdith) = Plural de Hadice. (6) Adzan [adzân] = A Chamada para convocar os muçulmanos à Oração. Faz-se desde as Mesquitas, ou desde qualquer lugar de culto (onde se faça a oração em congregação). (7) Sharia = Literalmente “via que conduz ao bebedouro”. ”O caminho recto da religião”. O muçulmano se protege com a lei que rege a sua vida diária. “Tao” da antiga China, “Dharma” budista, “Nomos" grego, “Sharia” islâmica, “Halaha” judaica, são diferentes conceitos que, com pequenos matizes, expressam um mesmo princípio fundamental: a ordem, a harmonia; a lei primordial que governa o cosmos e a natureza devem estender o seu domínio à sociedade humana. Esta “lei universal” se considera reflexo do Princípio divino. (8) Hadice [hadîth] = Dito do Profeta Maomé (p.e.c.e.). Literalmente, “relato”. (9) Salat [salâ] = Oração ou reza; é um acto ritual transcendental e um dos pilares em que se fundamenta a prática do Islão. Se efectua voltado em direcção à Meca. (10) Laylat al-mi'raj = A Noite de Mi'raj; a Noite de Ascenção do Profeta Maomé aos Céus.     Veja os comentários recebidos sobre este artigo e pode também enviar o seu para eventual publicação nesta página, desde que obedeça às condições impostas no início de Comentários ao artigo Maomé e Jesus (YA)  

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Líder da Renamo na Beira.


líder da Renamo diz que não pretende ser Presidente da
República e fala de uma solução negociada para este
cargo,mas realça que tem legitimidade para ser Chefe de
Estado
O líder da Renamo, Afonso Dhlakama, anunciou, ontem, na
cidade da Beira, a intenção do seu partido formar, em
Janeiro próximo, o Governo para dirigir os destinos do país
nos próximos cinco anos.
Na sua chegada à capital de Sofala, onde inicia uma
digressão de cinco dias pelo centro do país, Dhlakama
assegurou que vai avançar com esta ideia, caso a Frelimo,
que já foi declarada vencedora pelos órgãos eleitorais, não
aceite a proposta da “perdiz”, que passa pela formação de
um governo de gestão.
“Só sei que eu e o meu partido ganhámos e vamos
governar este país. Não estamos em 1994, nem em 2009”,
disse Dhlakama a jornalistas, e acrescentou: “Voltaram a
roubar-nos e já não vamos permitir mais brincadeiras. Não
queremos confusão.
Sabem que sei lutar e que a Renamo é lutadora, aliás, nós é
que lutámos pela democracia neste país. Estamos
cansados de ser roubados e sermos empurrados para
confusões”, acrescentou.
O líder da Renamo diz que não mais vai voltar a enveredar
pela guerra para as suas reivindicações e explica a sua
nova estratégia.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Lisboa – A cidade de Luanda está em choque devido a um triângulo de amor que terminou em tragédia na noite de sexta-feira (24), debaixo de um dos prédios nos Combatentes. Tudo porque um jovem identificado apenas por “Gildo”, que padecia de ciúmes descontrolados, atirou contra a esposa, o suposto companheiro da esposa, e de seguida suicidou-se. Mais uma história de amor que acaba em brutal tragédia.

De acordo com versões abalizadas,
“Gildo” estaria separado há já algum
tempo da esposa, Vilma Cerqueira, que
por sinal é filha do Comandante
provincial da Polícia Nacional no Bié, comissário
Eduardo Cerqueira. O casal tem três filhos. Porém,
inconformado com a separação, ele tentou
reconciliar-se com aquela, mas sem sucesso.
Vilma Cerqueira que é funcionária do Banco
Millennium estaria a ter uma suposta relação
intima com um colega de trabalho de nome
Nkruma Lopes, o filho do vice-governador do BNA
e ex- deputado do MPLA, António André Lopes.
Há cerca de duas semanas, Gildo ao tomar
conhecimento que a sua esposa frequentava
constantemente um certo prédio nos
Combatentes – por sinal, onde vivia Nkruma Lopes
– advertiu-lhe que não a queria ver naquele
edifício e que caso acontecesse ele iria mata-la e a
quem a encontrasse com ela.
Na sexta-feira (24 de Outubro), Gildo foi visto a rondar o prédio “proibido” onde a sua esposa frequentava. Ele estaria
aparentemente aguardando que ela [a esposa] aparecesse ao local. Enquanto aguardava, Gildo decidiu distrair-se a
jogar bilhar com outros jovens no res-de-chão do mesmo prédio. Por volta das 18h, Nkruma Lopes acabava de chegar no
prédio [onde vivia] e ao passar pelo corredor comprimentou os presentes, inclusive ao seu futuro "algoze".
Horas depois, a antiga companheira chegou no mesmo local. Porém, ela, ao ver-se com dificuldades em parquear a
viatura, ligou para o amante 'Nkruma Lopes', para que este descesse e a ajudasse. Já debaixo do prédio e depois de
parquear a viatura da amante, Nkruma Lopes foi confrontado por Gildo quem sem fazer recurso a violência física ou
verbal, disparou contra si.
Gildo disparou igualmente contra a esposa que acabaria por ficar gravemente ferida e socorrida para uma das unidades
hospitalar nos arredores. O esposo ciumento atirou mortalmente contra Nkruma Lopes que tentou fugiu e por fim
suicidou-se.

Foto da minha esposa

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Qual é o teu nome ai?

Augusto Jone Luís
Abdul Carimo Mahomed Issa
Abdul Gafar Ossman Hassam
Abdul Magid Osman
Abdul Razak Noormahomed
Abdurremane Lino de Almeida
Abel Alexandre Tiago Chicalia
Abel Ernesto Safrão
Abel Rodrigues Chicalia
Aboobacar Zainadine Dauto Changa
Absalão Amosse Nhabinde
Abubacar Hagy Mussá Ismael
Adelaide Anchia Amurane
Adelaide Matene Bimba
Adelina Isabel Bernardino Paindana Mocumbi
Adelina Maria Fernanda Carlos Nhantumbo
Thay
Adriano Fernandes Sumbana
Adão Alfredo Ubisse
Afonso Samuel Sansão Mabica
Agostinho Francisco Langa Júnior
Agostinho Malheiro Pais
Agostinho Pedro Massarongo
Agostinho Salvador Mondlane
Agostinho Zacarias Vuma
Aguiar Jonassane Reginaldo Real Mazula
Ahmad Shafee Ismail Sidat
Aires Ali
Aires Bonifácio Baptista Ali Júnior
Aires Sarto Gandhi Fernandes
Aissa Pereira
Aiuba Cuereneia
Alberto Augusto Teixeira
Alberto Chipande
Alberto Clementino António Vaquina
Alberto Delfim de Deus
Alberto Joaquim Chipande Júnior
Alberto José Nascimento Chissano
Alberto Nkutumula
Alberto Ricardo Mondlane
Alberto Santos Simão
Alberto Zaqueu Jamice
Alcido Eduardo Nguenha
Alcinda António de Abreu
Alexandre Alberto Mate
Alexandre Fumo
Alexandre Lourenço Jaime Manguele
Alexandre Luís Comé
Alexei Skrinnik
Alfredo António Vasques Rodrigues
Ali Yahfoufi
Alima José Puaurace Salimo
Alkis Jorge Macropulos
Almerino da Cruz Marcos Manhenje
Almerino Mosse Marcos Manhenje
Alvaro Liberto da Silva Simões
Alvaro Maria de Fátima Carmo Vaz
Aly Mogue Issá
Alívio David Avito Mulembwe
Amade Chemane Camal Júnior
Amelia Franklim
Amina Malia de Fátima Horta
Amina Mamade Bavabai
Amir Ali Amade
Amélia Narciso Matos Sumbana
Américo António Amaral Magaia
Américo Manuel Conceição
Américo Muchanga
Amílcar Arlindo Sendela de Abreu
Ana Francisca Fonseca Simião Neto
Ana Francisco Sendela Sengo Abreu
Ana Margarida Gonçalves Vaquina
Ana Maria Dai
Ana Márcia Fernandes Sumbana
Ana Paula Muconto Soares
Ana Paulo Samo Gudo Chichava
Ana Priscila Salomão Pedro Francisco
Ana Rita Geremias Sithole
Anabela Ngoenha
Andrew Wright Greathead
André Eugénio Manhiça
Angelo Azarias Chichava
Angelo Cassimo Teixeira
Angelo Inocentes das Neves Pinto Salgado
António Albano Silva
António Alberto Gonçalves Vaquina
António Augusto Figueiredo D`Almeida
Matos
António Baptista Amaral
António Bernardes das Neves
António Carlos de Mello Correa de
Vasconcelos Porto
António Correia Fernandes Sumbana
António Correia Langa
António dos Santos Maló
António Eduardo Xavier Baptista Melo
Freitas
António Emílio Leite Couto
António Fernandes Cantinho de Sousa
António Fernandes Tavares Novo
António Fernando
António Hama Thay
António Jorge Cumbane
António José Marques Gomes
António Júlio Alves
António Luís Francisco
António Luís Macamo
António Manuel Augusto Bugalho
António Manuel de Almeida
António Manuel Rodrigues de Melo
António Marques Gouveia
António Miguel Faria Ribeiro
António Morgado Fernandes Sumbana
António Mucusserima Essumaila
António Paulo Elias Júnior Matonse
Apolinário Aurélio Costa Panguane
Apolinário José Pateguana
Argentina Américo Dimande
Argentina da Conceição Nhantumbo Magaia
Arlete Matola
Arlindo Augusto Xavier Correia
Arlindo João António de Abreu
Armando Artur João
Armando David Chissaque
Armando Emilio Guebuza
Armando Francisco Cossa
Armando Inroga
Armando João Lopes Ferreira
Armando Ndambi Guebuza
Arnaldo Joaquim Lopes Pereira
Arnaldo Júlio Caetano Meque
Arão Mazuanhane Nhancale
Asghar Fakhraleali
Atanásio Salvador Mtumuke
Augusto Alberto da Silva Chirindza
Augusto Atumane Abudo
Augusto Caetano Ferreira de Carvalho
Aurora Vicente João Manuel Katupha
Aurélio Amândio Zilhão
Aurélio Machimbene Matavel Júnior
Ayilton Pedro Palate
Barry John Swart
Bassirou Ndiaye
Beatriz Tobias Dai
Belmira João Chuquela Langa
Belmiro Taveira Mizé Lampião
Benjamim Alberto Faduco
Benjamim Alfredo Sondeia
Benjamim do Gabriel Espirito Santo
Chissumba Júnior
Benjamim José de Samussone Chilenge
Bernardo Gabriel Mavanga
Bernardo Maria Lima Oliveira
Bernardo Pedro Ferraz
Boaventura Marcelino Cherinda
Bonifácio Chivambo Lázaro Massamba
Bonifácio Gruveta Massamba
Brett Craig Woolward
Brett Deeley Barnard
Brett Holloway
Brian Campbell Turner
Bruno Miguel Ferreira Morgado
Cadmiel Filiane Muthemba
CAL-X, Limitada
Carlos Adolfo Capellato
Carlos Alberto Cruz dos Santos
Carlos Alberto Sampaio Morgado
Carlos António da Silva Duarte
Carlos Fernando Bambo Nhangou
Carlos José Castro de Sousa
Carlos Mucapera
Carlos Narciso de Matos
Carlos Nicolau Salvador Júnior
Carlos Pereira Klinte
Carlos Roberto Fehlberg Pereira
Carlota Natália Salomão Gouveia
Carmen Margarida Simões Dhorsam
Caroliena Vermeulen
Carolina Halima Chemane
Carvalho Muária
Casimiro Pedro Sacadura Huate
Castigo Jose Correia Langa
Castigo João Chivite
Catarina Mário Dimande
Caterina Pajume
Celeste Cossa Akesson
Celeste Kam Loi Salgado
Celmira Frederico Pena da Silva
Celso Cadmiel Mutemba
Celso Ismael Correia
Chanjunja Chivaca João
Chiluva Mixuene Gruveta Massamba
Chindele Fafetine Muquigue
Chinguane Sebastião Marcos Mabote
Chivambo Samir Mamadhusen
Chrispen Matches
Christiano Stein
Christiano Steiro
Christopher James Greathead
Christos Erasmus Nel
Cidália Manuel Chaúque
Cláudia Maciel Sucá Camal
Cláudio Manuel Loureiro de Nogueira
Colin Garfield Page Taylor
CONCEITA XAVIER SORTANE
Cornelis Potigieter
Craig Mark Woolward
Cremildo Arlindo Sendela de Abreu
César Lucas Mandlate
Céu Nora Narciso Matos
Dalila Augusta Agostinho Maquile
Dambuza Joaquim d Nascimento Chissano
Damião Fabião Chivulele
Daniel Fause Nurmamade Satar
Daniel Frazão Chale
Danilo Neves Correia
Darlene Raite Santos Meguiguy
Darrel de Jager
Daude Idrisse Gabriel Nhaca Guebuza
David Luís Paiva Gomes
David Ngoane Marizane
David Simango
Denise Chicalia
Deolinda Fiona Miranda Chipande
Dimitri Bakouline
Dimitrios Tzitzivacos
Dingane Abreu Mamadhusen
Dinis Salomão Sengulane
Diogo Eugénio Guilande
Diogo José Henriques Cavaco
Domingos António Ruxa Rocha
Domingos Chipande
Domingos Fondo
Domingos Gabriel Ribeiro Leite de Freitas
Doroteia Alberto Chipande
Dusan Misic
Dário José Rosa Nogueira
Dário Manuel Levy Tomé
Dércio Pedro
Edgar Adriano Matos Sumbana
Edgar Danilo Estêvão Balói
Edmundo Bonifácio Groveta Massamba
Edmundo Enoque Libombo
Edna Gércia Olinda Uaciquete
Edson Hernáni Lichuge Sumbana
Edson Jorge Baptista Ali
Edson Macuacua
Eduarda Maria Paulina Mabumo Pereira dos
Santos Cipriano
Eduardo Alexandre
Eduardo Arão
Eduardo Chivambo Mondlane Junior
Eduardo da Silva Nihia
Eduardo Filimone Nhamposse
Eduardo Filipe Magaia
Eduardo Gaivão Veloso
Eduardo Manuel de Campos Figueiredo
Eduardo Rio Branco Nabuco de Gouveia
Egas Moniz Maria do Carmo Rafael
Mussanhane
Egideo José de Fauto Leite
Elias Jaime Zimba
Elias Narciso Matos
Elisa Lúcia Fernandes Sumbana
Elísio Afonso Panzambila
Emília Virgínia Raul Inhambe Noormahomed
Eneas da Conceição Comiche
Ercília Rodrigues Albazine de Almeida
Erik Miguel Naikes Charas
Ernesto Augusto
Ernesto Max Elias Tonela
Ernesto Samussone Nhavoto
Esperança Agostinho Mutimba
Estevão Tomás Rafael Pale
Estêvão Afortunado Isaias Mussuei
Estêvão Leo Mwiya
Estêvão Teófilo James
Etelvina da Conceição Gonçalves
Eugénio Hubert Simão
Eugénio Numaio
Eurico Nunziata
Eusébio Saide
Farida Muhamad
Faridabanu Camrudin
Faustino Omar Atumane
Fausto de Oliveira Cruz
Felicia Alberto Chipande
Feliciano Gundana
Felicio Pedro Zacarias
Felisberto da Silva Machava
Felisberto Davide Massingue
Felisberto Manuel
Felismina Luís
Fernanda Patry Fernandes Sumbana
Fernando Agostinho da Silva Salvado
Fernando Andrade Fazenda
Fernando António Massamba
Fernando António Massango
Fernando Baptista Bata
Fernando Manuel Pereira Costa
Fernando Paulino Chicolowe
Fernando Sumbana Júnior
Fernando Vicente Caifaz
Fezal Ismael Sidat
Filipe Jacinto Nyussi
Filipe Sique Banze
Filomena Jaime Panguene
Firmina Gonçalo Braga Nhabir
Florêncio José Infante
Flurival Ernesto Luís Mucave
Flávia Teresa Frederico Gemo
Fortunato Albrinho
Frances Kalinga Chungu
Francisco Carimo Martins Caravela
Francisco Ilídio da Rocha Diniz
Francisco Itai Meque
Francisco João Pateguana
Francisco Luís Moisés
Francisco Luís Pelaez Cabalhero
Francisco Taula Constância Mabjaia
François Philippus Du Toit
Fátima Fakir Essak
Félix Ananias Langa
Félix Paulo
G.V Pala - Pala Safaris, Limitada
Gabriel Fernandes Sumbana
Ganha Ah Kom
Geofrey John José Kachamila
Geraldo António Chirindza
Ghassan Ali Ahmad
Gildo Abílio Sibumbe
Glória Fernandes Sumbana
Grant Peter January
Graça Simbine Machel
Greg Schultz
Guguiane Raimundo Domingos Pachinuapa
Guilhermino Dionísio Dias Fortes
Hanise Adriano Matos Sumbana
Hassan Ismail Makda
Helena Eugénia Manhenje
Henrique Alberto Banze
Henrique do Nascimento Chissano
Henriques Magesso
Herculano Catine Nhamire
Hermenegildo José Caetano
Hermenegildo Maria Cepeda Gamito
Hermingarda Borgia Mondlane
Higino Fernandes Sumbana
Hipolito Célsio da Conceição Hamela
Hortência Cornélio João Mandanda Chipande
Horácia Elizabeth Maria Rodrigues Coelho
Hamére
Horácio Alexandre
Humberto Ernesto Lemos
Humberto Joselino Mucache
Hussein Mohamed Ali Yahfoufi
Hélder dos Santos Félix Monteiro
Hélio Bento Maungue
Inocêncio António Matavel
Inácio Macuácua
Inês Beatriz Fernandes Machungo
Iolanda Esmeralda José Afonso Matsinhe
IOLANDA MARIA PEDRO CAMPOS CINTURA
Iracema Leopoldina Mapanga
Isabel Manuel Nkhavandeka
Isabel Maria Verde
Isaura Dalila Fernandes Sumbana
Isidora da Esperança Faztudo
Ismael Mussá Mangueira
Ismael Taibo Mithá
Issufo Anuar Dauto Abdulá
Issufo Mahomed Issá
Ivan Almerino Manhenje
Ivone Marísis Gomes Frechaut
Ivone Valente Matavele
Jacinto Soares Veloso
Jacob Isreal Mabena
Jacob Jeremias Nhabir
Jacobus Strydom Van Wyk
Jaime de Jesus Irachande Gouveia
Jamú Selemane Hassane
January Boy Masilela
Jaqueline Abreu de Zumbire
Jean Paul Alois Widmer
Jeremias Lourenço Langa
Jesus Joaquim Camba Gomes
Jesus Joaquim Camba Gomez
Jiang Weinning
Joana Alberto Joaquim Chipande
Joana Francisco Maurício
Joana Francisco Maurícuio Ali
Joaquim Alberto Chissano
Joaquim José Camejo
Joaquim Manuel Branco Cardoso Homem
Joaquim Ribeiro Pereira de Carvalho
Joaquim Tobias Dai
Joaquim Veríssimo
Joaquina Oreste Siliya
Joel Matias Libombo
Joel Paulo Samo Gudo
Johannes Hendrik Van Heerden
Johannes Jurie Jansen
Johannes Marthinus Potgieter
John William Kachamila
Jone Sualehe
Jorge Henriques da Costa Khalau
Jorge Luís Pereira Couto
Jorge Manuel Damasceno Aves Correia
Jorge Manuel Ferreira da Graça
Jose Candagua Antonio Pacheco
Josefate Machel
Joseph Fayia Bimba
Joseph Petro Kubwalo
Joseph Sauls
Josina Ziyaya Machel
José Adriano Matos Sumbana
José Alberto Pereira Dias
José António da Conceição Chichava
José Augusto Tomo Psico
José Candugua António Pacheco
José Carlos Pereira de Almeida Soares
José Castiano de Zumbire
José da Costa Canas
José da Silva Francisco
José Dias Marques
José Eduardo Dai
José Ferreira Songane
José Geraldo de Brito Rodrigues Caetano
José Gilion Michila
José Guilherme Vieira dos Santos
José Ibraimo Abudo
José Luiz Carimo Martins Caravela
José Luís da Rocha Lobo
José Luís do Rosário Guimarães
José Luís Sederico da Costa Virott
José Manuel Caldeira
José Manuel Neves Vieira Marques
José Mateus Muária Kathupa
José Pascoal Zandamela
José Phahlanea Moyane
José Salomone Cossa
José Tsambe
José Óscar de Viegas Monteiro
Jovita Lucia Fernandes Sumbana
João Aleixo Domingos Malunga
João Américo Mpfumo
João Baptista Adrião
João Baptista Cosme
João dos Santos Ferreira
João Dziwane Simbine Monteiro
João Facitela Pelembe
João Fainde
João Francisco Bias
João Francisco Fernandes Correia
João Miguel Ribeiro Mora Leitão
João Mário Salomão
João Naftal Chauque
João Omar Ali Ahmade
João Osvaldo Moisés Machatine
Judite Marisa Alves Gamito
Judite Tânia Baptista Ali
Julião Uane António Pondeca
Júlio Joaquim
Kai Crooks Chissano
Karim Premji
Keith Martin Harris
Kerum Nissa Ismael
Lagos Lidimo
Latifa Rijal Ibraimo
Leonardo Santos Simão
Leonor Gonçalves Vaquina
Leonor Paulo Tivane
Letícia Deusina da Silva Klemens
Levy Licon Muthemba
Li Hong
Lilla Szakmeister
Lilí Rabeca da Silva Monjane
Lingbin Kong
Lino Joaquim Hama
Linus Devassy Tharail
Lopes Tembe Ndelana
Louis Joachim Reyneke
Louis Pelembe
Lourenco Ferreira Bulha
Lourenço Simone Chambela
Lucas Chomera Jeremias
Lucas Fazine Chachine
Luciano Sambane
Luisa Dias Diogo
Luís Antero Varizo
Luís César de Brito Leitão Kanje
Luís Filipe Pereira Rocha Brito
Luís Issai Mongo
Luís Micael Mucabi Júnior
Luísa Baptista Maviga
Lúcia Morgado Sumbana
Lúcia Ângela Timm Manjate
Lúcio António Fernandes Sumbana
Macame Bruhane Macame
Machatine Paulo Munguambe
Maghivelane Farinha Simão
Mahomed Hanif Arun Agige
Mahomed Igbal Ossman Hassam
Mahomed Ikbal Abdul Gafar
Mahomed Rafique Jusob Mahomed
Mahomed Salim Abdul Carimo Omar
Maldini Elcídio Jorge Muanahumo
Malengane Dumezulo Machel
Manoj Kumar Vasudev Sompura
Manuel Augusto dos Santos
Manuel Cambezo
Manuel Chang
Manuel Correia Fernandes Sumbana
Manuel Fernandes Arede
Manuel Francisco Martins Vieira
Manuel Jorge Tomé
Manuel João Cuambe
Manuel Machado Barbosa
Manuel Machava
Manuel Tomás Nhantumbo
Manuela Solange de Martins Chang
Manuesse Mocumbi
Marcelina Rafael Chissano
Marcelino dos Santos
Marcelino Macome
Marco Alexandre Benjamim Vaz dos Anjos
Margarida Adamugi Talapa
Maria Adelaide Tercitano Nielsen
Maria Angélica Salomão
Maria António Luís Mathe
Maria Celina Muchave Machel
Maria da Assunção Coelho Leboeuf
Maria Da Graça Taborda Mendonça De
Amorim Ferreira
Maria Luísa Neto da Fonseca Lázaro
Massamba
Maria Madalena Gonçalves Vaquina
Maria Moisés Machel
Maria Ribeiro de Sant`Ana Aly Dauto
Maria Suzete de Palma Pinto Jorge
Maria Teresa da Costa Cabral Gaivão Veloso
Maria Ângela Ismael Manjata Jamisse
Mariamo Nhaca Guebuza Massingue
Mariano de Araújo Matsinha
Marina Pachinuapa
Mark Meiring
Marta Vieira Jacob Pecado
Martina Joaquim Chissano
Mateus Lisboa Gentil Zimba
Mateus Óscar Kida
Matias Zefanias Mboa
Maura Fátima da Consolação Samo
Mauro Biosse José Pateguana
Mauro Custódio Bonifácio Ali
Mauro José Biosse Pateguana
Maurício Tomás Muzime
Mavis Isabel Alcido Nguenha
Michael Milton Hlashuayo
Michel Fernand Wicht
Miguel Angelo Farinha Simão
Miguel dos Santos Alberto Chissano
Miguel Nhaca Guebuza
Mikhail Chichtchenko
Milva Esperança Guenha
Miriam Gaivão Veloso
Miroslav Oufimtsev
Modesta Daniel Domingos Fondo
Moisés Rafael Massinga
Momad Aquil Rajahussen
Momade Rafique Rajahussen Gulamo
Momade Sumalgy
Morais Mabyeka
Mussagy Daúde Jeichande
Mussumbuluko Armando Guebuza
Mykhaylo Prykodko
Mário Francisco Machipane
Mário Fumo Bartolomeu Mangaze
Mário Ismael Correia
Mário Khombo Sive
Mário Lampião Sevene
Mário Sevene Júnior
Mário Tivane Mate
Mónica Chitupila Pene
Nadja Chiluva Cassimo
Narciso Adriano Matos Sumbana
Narciso Matos
Nelson Arnaldo Ocuane
Nelson Diogo da Silva
Nelson Saúte
Neto Júnior Raimundo Pachinuapa
Neves Manuel Correia
Nheriwa Masseliha
Nkutema Namoto Alberto Chipande
Norah Armando Guebuza
Nuno Alexandre de Carvalho Lima Oliveira
Nuno António Rodrigues Palmeira
Nuno Miguel Fraga Monteiro
Nuno Miguel Monteiro Maló
Nuno Pedro Silveira Quelhas
Nuno Sidónio Uinge
Nuno Viriato Cristóvão de Melo Egídio
Nurmomade Abdala Hassamo
Nyeleti Brooke Mondlane
Nyimpine Joaquim Chissano
N`naite Joaquim Chissano
Nélia Angelina Mulémbwè
Octávio Filiano Mutemba
Oldemiro Júlio Marques Balói
Olga Paulo Samo Gudo
Oliveira Amimo
Olívia Margarida Darsam
Olívia Thema Moisés Machel
Omaia Salimo
Orlando D`Oliveira Comé
Orlando Rodrigues Maiato Carneiro
Osvaldo Filipe Jabu
Pascoal Alberto Bacela
Pascoal Mahikete Mocumbi
Pascoal Manuel Mocumbi
Pascoal Pedro João Ronda
Patrícia Raul Noormahomed
Paulina Mateus Nkunda
Paulino Gregório
Paulino José Macaringue
Paulino João Dambulene
Paulo Ivo Albasini Teixeira Garrido
Paulo Dambusse Marques Ratilal
Paulo Francisco Zucula
Paulo Hélder Dias Massinga
Paulo José Djedje
Paulo Miguel Soares Antunes da Silva
Paulo Muchanga
Paulo Samuel Machatine
Paulo Sérgio Henriques Ferrão
Pedrito Fulede Caetano
Pedro Baptista Chissano
Pedro Fernando Messias Ferreira
Pedro Simone
Philip Marthinus Coetzee
Philippus Marthinus Coetzee
Philipus Marthinus Lourens Coetzee
Pio Augusto Matos
Pita Tembe
Pompílio Uaceda
Prakash Ratilal
Quessanias Jeremias Matsombe
Quirino Armando Gulube
Rafael Benedito Maguni
Rafael Benetido Afonso Maguni
Raime Raimundo Pachinuapa
Raimundo Domingos Pachinuapa
Raimundo Maico Diomba
Rajahussen Gulamo
Ralph Pietersen
Raquel Carlos José Damião
Ratxide Gogo
Raymond Anthony Parkes
Reginaldo Real Mazula
Ricardo Martins Sebastião Rangeiro
Rita Luís Cumbe
Robert Wesigye
Roberto Joaquim Dai
Roberto Sanson Mizrahi
Roberto William Kachamila
Rogério Caetano de Castro
Rogério Paulo Samo Gudo
Roque Dulcidónio Xarifo Ahmad Abdula
Rosa Joaquim Alberto Chissano
Rosária Vicente Macamo
Rosário dos Santos Sancho Cumbi
Rosário Guidione Quive
Rosário Mualeia
Rozmin Rajahussen Gulamo
Rui da Costa Canas
Rui Manuel Nunes Ferreira
Rui Miguel dos Santos Ferreira
Sabino Omar Assane
Sabir Ahmed Moosa
Saleem Essa Normahomed
Salimo Amad Abdula
Salip Machalela
Salomão Azael Moiana
Salomão Matsule
Salvador Ganhane
Salvador Namburete
Samir Sabir Shammas
Samora Moisés Machel Júnior
Sandra Maria da Silva Pinto Belém Rodrigues
Sandra Marília Fernando Sequeira
Santanha Momade
Schefler Olga
Sean Grant
Sebastião Chinguane Marcos Mabote
Sebastião Lisunguane Uamusse
Sebastião Marcos Mabote Júnior
Sergio Vieira
Sevene Mário Sevene
Severina Lucas Ngavanga
Sibone Manuel Mocumbi
Soares Nhaca
Stanley Donner
Stefanus Petrus de Villiers
Stephanus Jhannes Potgieter
Stephen Parkes
Stéllio Erwin Guenha
Sukeina Rajahussen Gulamo
Sulemane Abdul Latif
Sulemane Jaime Nguenha
Susanna Magdalena Du Toit
Sérgio José Camunga Pantie
Sérgio Manuel Raul Noormahomed
Sérgio Zefanias Fernandes Sumbana
Teeren Appasamy
Telmo João Carvalho Pereira Daniel Andrade
Teodato Mondim da Silva Hunguana
Teodoro Andrade Waty
Terence Robert Gregory Ball
Teresa Samulani Romão Tembo
Teónas Ermelindo Leomwiya
Thera Rosalina Tobias Dai
Timóteo Baltazar Culhe
Tobias Joaquim Dai
Tomás Augusto Salomão
Tomé Eduardo
Tásia Albertina Manhenje
Tânia Romana Matsinhe
Umbelina Cristina Alberto Chope
Urgel Morais Barreira
Ussumane Ali Dauto
Valdemar Solomone
Valentina da Luz Guebuza
Valerito Raimundo Pachinuapa
Valige Tauabo
Vanessa Abrantes Mangueira
Venâncio Simão Massingue
Verónica Alberto Chongo Seneta
Verónica Nataniel Macamo Dlovo
Vicente Mebunia Veloso
Victor Celestino Pires Borges
Victor Gaivão Veloso
Victor Macavane Boca
Victor Manuel Fernandes Sumbana
Victor Manuel Lemos Ribeiro da Silva
Victor Manuel Romano Julien
Victoria Daniel Paulo
Virgília Bernarda Neto Alexandre dos Santos
Matabele
Virgílio Ernesto Lemos
Vitorino Nicolau
Vitória da Silva Pereira Zucula
Vitória Dias Diogo
Vitória Elisa Fernandes Sumbana
Vitória Paulo Samo Gudo
Vladimir Finegenov
Vladimir Maltchevski
Voo Chong Min
Vânia da Glória Quessanias Matsombe
Víctor Manuel Monteiro Filipe
Víctor Manuel Tomás Zacarias
Wafa Shaiman
Wayne Michael Grant
William Francis Sholles
Xissangue Bonifácio Gruveta Massamba
Yvonne Cynthia Nicolau
Zacarias João Chivavi
Zacarias Micas Nhaca Guebuza
Zacarias Timóteo Júnior
Zahkele Ntombela
Zaina Ronia de Fátima Horta
Zefanias Fernando Chitsungo
Zeferino Andrade de Alexandre Martins
Zeferino Manuel Nhalungo

«Apenas acabou a primeira parte» – Lopetegui

O treinador do FC Porto, Julen
Lopetegui, congratulou a equipa pela
vitória no terreno do Lille (1-0), mas
deixou o aviso que ainda falta o
desafio da segunda mão, no Dragão,
pelo que é preciso manter total
concentração.
«Sabíamos da importância desta
partida e estávamos concentrados
em ajudar a equipa. Fizemos um bom
jogo», afirmou Lopetegui, em
declarações à TVI.
O treinador do FC Porto sabe que
nada ficou decidido após este
resultado.
«Ainda não está nada resolvido. O
Lille é uma equipa difícil, que no ano
passado esteve perto de tirar o
segundo lugar ao Mónaco, pelo que
apenas acabou a primeira parte.»

Novo impasse entre Governo e Renamo no acordo rumo à paz

Hamas garante que o seu líder militar está vivo

Obama critica duramente Estado Islâmico

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Hadith

ما من يوم إلا ويستأذن البحر ربه يقول يأرب ااذن لي أن أُغرق ابن ادم فأنة أكل رزقك وعبد غيرك وتقول السماوات يأرب ااذن لي أن أطبق على ابن ادم فأنة أكل رزقك وعبد غيرك و تقول الأرض يارب أأذن لي أن ابتلع ابن ادم فأنة أكل رزقك وعبد غيرك فيقول الله تعالى دعوهم لو خلقتموهم لرحمتموهم; More.. http://bit.ly/1gsWv0i

Uma foto

É para ver que existem pessoas que vivem de aparencia.....

terça-feira, 24 de junho de 2014

Jesus Will Return (1. LIFE OF JESUS)

According to the historical sources, Mary was born at a time when the chaos mentioned earlier in the book was happening, when Roman oppression was real, and the Jews were impatiently awaiting the Messiah's arrival. She was a descendent of `Imran, whose family had been made superior by God (Qur'an, 3:33). God chose her from among them, purified her, and placed her above all other women, for as the Qur'an reveals: And when the angels said: "Mary, God has chosen you and purified you. He has chosen you over all other women. Mary, obey your Lord and prostrate and bow with those who bow." (Qur'an, 3:42-43) The family of `Imran was known to believe in God, to seek His good pleasure in whatever they do, and to always respect the limits that He has established. When Imran's wife learned of her pregnancy, she immediately turned to God in prayer and dedicated her unborn child to God. It is a sign of her true submission to God that she named her child Maryam (Mary in English), meaning "someone who is always worshipping God." This subject is revealed in the Qur'an: Remember when the wife of 'Imran said: "My Lord, I have pledged to You what is in my womb, consecrated [for Your service]. Please accept my prayer. You are the All-Hearing, the All-Knowing." When she gave birth, she said: "My Lord! I have given birth to a girl"-and God knew very well what she had given birth to, male and female are not the same-"and I have named her Mary and placed her and her children in Your safekeeping from the accursed Satan." (Qur'an, 3:35-36) God reveals that Mary's mother dedicated her to God, "consecrated for His service." The Arabic word used here, i.e., muharraran, means "one who is wholly preoccupied with the Hereafter, who has no business with the world, who worships God at all times, who is in the service of the House of God, who is sincere in his or her worship and, who has no worldly intentions in his or her worship." Imran's wife asked God to allow Mary to serve only Him, and for her to become totally devoted to His good pleasure rather than other people's. When Mary was born, Imran's wife asked God to protect Mary and her descendents from the evil of Satan. God answered her sincere prayer and gave Mary a superior morality. The Qur'an reveals how carefully Mary was raised under God's protection: Her Lord accepted her with approval and made her grow in health and beauty. And Zechariah became her guardian. (Qur'an, 3:37) God states that Zechariah was a righteous servant who was favored over all beings, and one guided to a straight path as a Prophet. God praises him in the Qur'an and points out his impeccable character (Qur'an, 6:85-87). Zechariah, who took on the responsibility of caring for Mary and thus witnessed many of her miracles, realized that she was God's chosen one. For instance, whenever Zechariah entered the presence of Mary, who always worshipped by herself, he found food with her. The Qur'an says: Every time Zechariah visited her in the praying chamber, he found food with her. He said: "Mary, how did you come by this?" She said: "It is from God. God provides for whoever He wills without any reckoning." (Qur'an, 3:37) Mary became well known in her community as a member of her family who was dedicated wholeheartedly to God. The Qur'an speaks of her chastity in particular, as follows: And Mary, the daughter of 'Imran, who guarded her chastity-We breathed Our Spirit into her, and she confirmed the Words of her Lord and His Book and was one of the obedient. (Qur'an, 66:12) Mary's Encounter with Gabriel Mary's life was full of miracles, one of which was her encounter with Gabriel. At a particular stage in her life, Mary left her community and family and secluded herself somewhere in the east. There, the Qur'an mentions that Gabriel appeared to her in the form of a man: Mention Mary in the Book, how she withdrew from her people to an eastern place and veiled herself from them. Then We sent Our Spirit to her, and it took on for her the form of a handsome, well-built man. She [Mary] said: "I seek refuge from you with the All-Merciful if you guard against evil." (Qur'an, 19:16-18) At first, she did not know that the unknown person was Gabriel. Thus, she immediately sought refuge with God when he approached and said that she was a God-fearing believer. Her words make it clear that she was a God-fearing and chaste servant. Gabriel introduced himself by stating that he was sent by God to give her the following good news: He said [to Mary]: "I am only your Lord's messenger so that He can give you a pure boy." (Qur'an, 19:19) When the angels said: "Mary, your Lord gives you good news of a Word from Him. His name is the Messiah, Jesus, son of Mary, of high esteem in this world and the Hereafter, one of those brought near." (Qur'an, 3:45) Mary received this important news and asked Gabriel how she could have a child while she was still a virgin: She said: "How can I have a boy when no man has touched me and I am not an unchaste woman?" He said: "It will be so, for your Lord says: 'That is easy for Me. It is so that We can make him a Sign for mankind and a mercy from Us.' It is a matter already decreed." So she conceived him and withdrew with him to a distant place. (Qur'an, 19:20-22) She said: "My Lord, how can I have a son when no man has yet touched me?" He said: "It will be so." God creates whatever He wills. When He decides on something, He just says to it "Be!" and it is. (Qur'an, 3:47) Gabriel replied that God has the power to do anything and that He needs only to say "Be!" and it is. This is how Mary conceived Jesus-by the will of God and without ever being touched by a man. Her pregnancy was created independent of the worldly order in a miraculous way. As our Lord reveals, after receiving this good news, Mary withdrew to somewhere quiet. God supported her during that time in every way and provided all that a pregnant woman could wish for psychologically as well as materially. He made her withdraw from her people, who would not have been able to comprehend her situation, and thereby prevented the physical or spiritual damage that they could have caused her.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

jesus will return? ( life of Jesus)

According to the historical sources, Mary was born at a time when the chaos mentioned earlier in the book was happening, when Roman oppression was real, and the Jews were impatiently awaiting the Messiah's arrival. She was a descendent of `Imran, whose family had been made superior by God (Qur'an, 3:33). God chose her from among them, purified her, and placed her above all other women, for as the Qur'an reveals: And when the angels said: "Mary, God has chosen you and purified you. He has chosen you over all other women. Mary, obey your Lord and prostrate and bow with those who bow." (Qur'an, 3:42-43) The family of `Imran was known to believe in God, to seek His good pleasure in whatever they do, and to always respect the limits that He has established. When Imran's wife learned of her pregnancy, she immediately turned to God in prayer and dedicated her unborn child to God. It is a sign of her true submission to God that she named her child Maryam (Mary in English), meaning "someone who is always worshipping God." This subject is revealed in the Qur'an: Remember when the wife of 'Imran said: "My Lord, I have pledged to You what is in my womb, consecrated [for Your service]. Please accept my prayer. You are the All-Hearing, the All-Knowing." When she gave birth, she said: "My Lord! I have given birth to a girl"-and God knew very well what she had given birth to, male and female are not the same-"and I have named her Mary and placed her and her children in Your safekeeping from the accursed Satan." (Qur'an, 3:35-36) God reveals that Mary's mother dedicated her to God, "consecrated for His service." The Arabic word used here, i.e., muharraran, means "one who is wholly preoccupied with the Hereafter, who has no business with the world, who worships God at all times, who is in the service of the House of God, who is sincere in his or her worship and, who has no worldly intentions in his or her worship." Imran's wife asked God to allow Mary to serve only Him, and for her to become totally devoted to His good pleasure rather than other people's. When Mary was born, Imran's wife asked God to protect Mary and her descendents from the evil of Satan. God answered her sincere prayer and gave Mary a superior morality. The Qur'an reveals how carefully Mary was raised under God's protection: Her Lord accepted her with approval and made her grow in health and beauty. And Zechariah became her guardian. (Qur'an, 3:37) God states that Zechariah was a righteous servant who was favored over all beings, and one guided to a straight path as a Prophet. God praises him in the Qur'an and points out his impeccable character (Qur'an, 6:85-87). Zechariah, who took on the responsibility of caring for Mary and thus witnessed many of her miracles, realized that she was God's chosen one. For instance, whenever Zechariah entered the presence of Mary, who always worshipped by herself, he found food with her. The Qur'an says: Every time Zechariah visited her in the praying chamber, he found food with her. He said: "Mary, how did you come by this?" She said: "It is from God. God provides for whoever He wills without any reckoning." (Qur'an, 3:37) Mary became well known in her community as a member of her family who was dedicated wholeheartedly to God. The Qur'an speaks of her chastity in particular, as follows: And Mary, the daughter of 'Imran, who guarded her chastity-We breathed Our Spirit into her, and she confirmed the Words of her Lord and His Book and was one of the obedient. (Qur'an, 66:12) Mary's Encounter with Gabriel Mary's life was full of miracles, one of which was her encounter with Gabriel. At a particular stage in her life, Mary left her community and family and secluded herself somewhere in the east. There, the Qur'an mentions that Gabriel appeared to her in the form of a man: Mention Mary in the Book, how she withdrew from her people to an eastern place and veiled herself from them. Then We sent Our Spirit to her, and it took on for her the form of a handsome, well-built man. She [Mary] said: "I seek refuge from you with the All-Merciful if you guard against evil." (Qur'an, 19:16-18) At first, she did not know that the unknown person was Gabriel. Thus, she immediately sought refuge with God when he approached and said that she was a God-fearing believer. Her words make it clear that she was a God-fearing and chaste servant. Gabriel introduced himself by stating that he was sent by God to give her the following good news: He said [to Mary]: "I am only your Lord's messenger so that He can give you a pure boy." (Qur'an, 19:19) When the angels said: "Mary, your Lord gives you good news of a Word from Him. His name is the Messiah, Jesus, son of Mary, of high esteem in this world and the Hereafter, one of those brought near." (Qur'an, 3:45) Mary received this important news and asked Gabriel how she could have a child while she was still a virgin: She said: "How can I have a boy when no man has touched me and I am not an unchaste woman?" He said: "It will be so, for your Lord says: 'That is easy for Me. It is so that We can make him a Sign for mankind and a mercy from Us.' It is a matter already decreed." So she conceived him and withdrew with him to a distant place. (Qur'an, 19:20-22) She said: "My Lord, how can I have a son when no man has yet touched me?" He said: "It will be so." God creates whatever He wills. When He decides on something, He just says to it "Be!" and it is. (Qur'an, 3:47) Gabriel replied that God has the power to do anything and that He needs only to say "Be!" and it is. This is how Mary conceived Jesus-by the will of God and without ever being touched by a man. Her pregnancy was created independent of the worldly order in a miraculous way. As our Lord reveals, after receiving this good news, Mary withdrew to somewhere quiet. God supported her during that time in every way and provided all that a pregnant woman could wish for psychologically as well as materially. He made her withdraw from her people, who would not have been able to comprehend her situation, and thereby prevented the physical or spiritual damage that they could have caused her.